terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

"Quem ama cuida dá um jeito arruma tempo e se envolve"


Quer saber quais as coisas que você  ama?
Acredito profundamente, na máxima que diz:
“Quem ama cuida”, e percebo que tal ditado se estabelece como critério avaliativo para passarmos nossos relacionamentos. Quer saber quais  as coisas que você ama? É só verificar atentamente as coisas das quais você cuida, pois a gente só percebe que ama depois que percebe que cuida.
Você ama a sua família? Seus amigos? Sua esposa (o)? Você cuida destes? Quanto tempo você gasta com eles? Ou seu amor é apenas um vago sentimento que não muda em nada a vida dos que lhe são caros. Amor implica atitude, não existe amor estático, só de palavras, quem ama incomoda.
Amar é buscar o outro, é preocupar-se com ele, é gastar tempo com a pessoa e por causa da pessoa. Amar e ter a coragem de se expor pelo outro. Não acredito naqueles que dizem nos amar, mas não fazem nada para que nossa vida se torne melhor. Quem ama dá um jeito, arranja tempo, liga, se envolve; enfim, se faz presença.
Não se constroem grandes relacionamentos por meio de cursos de correspondências. Para que os laços se aprofundem é preciso gastar tempo ao lado do outro. Deus nos livre de relacionamentos superficiais, nos quais o que impera é a representatividade e o cuidado é ausente. Amor sem cuidado é arte sem encanto, é corpo sem alma e abstração.
E mais será que nós nos amamos? Será que cuidamos de nós, de nosso visual, de nosso coração? Será que investimos em nós? É Impossível cuidarmos de alguém se não aprendemos a nos cuidar. E também, por vezes, teremos que aprender a nos deixar cuidar pelos outros. Pois, do contrario correremos o risco de morrer isolados em nossa própria resistência.
O que você ama? Do que você cuida ou precisa cuidar?
Ainda da tempo, sempre da...Deixo-o com o santo poder que traz em si questionamento... Ou melhor?(a interrogação)
Adriano Zandoná




"Pense grande"

As pessoas maduras não se abalam por causa de comentários indelicados de outras pessoas. De vez em quando as pessoas falam coisas para nos testar e fazem comentários do tipo: você não trabalha duro! ou... você come demais! ou ainda... todo mundo sabe que você está com ela só pela beleza...!.
Às vezes, essas coisas são ditas por inveja, mas com freqüência, são faladas para provocar uma reação. Qualquer que seja o motivo, a melhor maneira de lidar com isso é sorrir e, ou não dizer nada, ou concordar com a pessoa.
Assim sendo, da próxima vez que seu vizinho o vir em seu carro novo e disser: você não trabalha quase nada e, ainda assim, eles lhe pagam uma fortuna!,simplesmente sorria e responda: não é maravilhoso?
Você não tem de explicar nada sobre suas responsabilidades e sobre o tempo que fica ralando no trabalho.
Não precisa justificar. Apenas sorria e deixe isso para lá.
Quando um amigo observar coisas do tipo: você está sempre tirando férias!,concorde com ela. Diga: sim, adoro tirar férias!
Se o seu primo disser: puxa, você deve ter gasto uma grana nessa piscina, sorria e fale: pode apostar que sim. É que detesto piscinas baratas!
Não se deixe perturbar. Você não vai ganhar nada discutindo com seu primo, sua cunhada, seu vizinho ou com quem quer que seja.
Quando encontrar com pessoas assim, concorde com elas de uma maneira gentilmente natural. Se você começar a tentar se defender, estará frito.
Em poucas palavras: somente pessoas que pensam pequeno fazem comentários desagradáveis; e somente pessoas que também pensam pequeno se ofendem.
Seja alguém que pensa grande.

Andrew Matthews escreveu este texto no livro "Faça amigos"




"CARTA DE ADEUS DE UM JOVEM DE 19 ANOS VÍTIMA DOS TÓXICOS"


"Acho que neste mundo ninguem procurou descrever o seu próprio Cemitério.Não sei como meu pai vai recebê-lo; mas preciso de todas as forças enquanto é tempo. Sinto muito meu pai acho que este diálogo é o último que tenho com o senhor. Sinto muito mesmo...Sabe, pai, está em tempo do senhor saber a verdade que nunca nem desconfiou. Vou ser breve e claro. Bastante objetivo. O TÓXICO me matou. Travei conhecimento com meu assassino, o TÓXICO, aos 15 ou 16 anos de idade. É horrível não pai? Sabe como nós conhecemos isso? Através de um cidadão elegantemente vestido, bem elegante mesmo, bem falante, que me apresentou o meu futuro assassino: o TÓXICO.
Eu tentei recusar, tentei mesmo,mas o cidadão mexeu com o meu brio, dizendo que eu não era homem.Não é preciso dizer mais nada, não pai? Ingressei no mundo do TÓXICO. No começo foram as torturas, depois o devaneio e a seguir a escravidão. Depois veio a falta de ar, o medo, as alucinações e logo a seguir veio a euforia do pico novamente. Eu me sentia mais gente do que as outras pessoas; e o TÓXICO, meu amigo inseparável, sorria, sorria...
Sabe pai, a gente quando começa acha tudo ridículo e muito engraçado. Até DEUS eu achava ridículo e hoje no leito do hospital, eu reconheço que DEUS é o mais importante de tudo no mundo, e que sem a ajuda dele eu não estaria escrevendo esta carta. Pai, eu só tenho 19 anos e sei que não tenho a menor chance de viver. É muito tarde pra mim. Mas para o senhor, meu pai, tenho um último pedido a fazer: diga a todos os jovens que o senhor conhece e mostre a eles esta Carta.Diga a eles que em cada porta de escola, em cada cursinho de faculdade, em qualquer lugar há sempre um homem elegantemente vestido e bem falante, que irá mostrar-lhes o seu futuro assassino e destruidor de suas vidas e que os levará à loucura ou à morte, como aconteceu comigo. Por favor, faça isso meu pai, antes que seja tarde demais para eles.

      Perdoai-me, pai. Já sofri demais. Perdoai-me também por fazê-lo sofrer pelas minhas loucuras.

                   ADEUS MEU PAI...

OBS; DEPOIS DESTA CARTA, O JOVEM MORREU.
     CASO VERÍDICO: Hospital 23 de Maio - São Paulo.

"Um grão de Areia"

Mesmo que você se considere um grão de areia, seja um grão de areia que reflete a luz do sol. Julgue-se com qualidades e abomine as idéias de descrença no seu valor, fazendo-o de imprestável.
Confie na sua natureza íntima. Sinta possuir uma centelha de vontade, amor e harmonia que nada neste mundo pode comprar ou substituir. Reconheça pode crescer indefinitivamente, você é uma lâmpada ligada à concorrente universal que não se extingue jamais tenho apoio, o grão de areia levanta a terra. 

"A Montanha"

Quando a próxima tarefa é uma montanha à sua frente,
ela pode parecer muito difícil de se escalar.
Mas você não precisa escalá-la de uma vez.
Dê apenas um passo de cada vez...
Dê um pequeno passo...
e dê mais um pequeno passo...
e, mais um...
e então, outro...
E você descobrirá que a tarefa, que era uma montanha à sua frente,
é apenas uma montanha que você já escalou!

Autora Ashley Rice

"O Relógio do Sol"


Vivamos segundo o “princípio do relógio de sol”
Vocês já viram um relógio de Sol? Trata-se basicamente de um disco com as horas gravadas e um pino fixado perpendicularmente a ele; quando os raios de Sol incidem sobre o pino, a sombra deste projeta-se na superfície do disco, indicando, assim, a hora. Logicamente, sem Sol, não se pode ler as horas nesse relógio.
Existem relógios de Sol que trazem a seguinte inscrição em seu disco:
“Eu registro apenas as horas em que o Sol brilha”
O homem também pode registrar apenas as horas em que o Sol brilha – e eu chamo a isso “modo de viver segundo os princípios do relógio de Sol”. Caro leitor, se você quer fazer do seu lar verdadeiro “Seicho-no-Ie” (Lar do Progredir Infinito), faça o possível para “registrar apenas as horas radiantes”, ou seja, lembre e fale somente de momentos alegres e felizes; use o poder criador da palavra para expressar a alegria. Eis o segredo da felicidade.
Se toda a humanidade passar a viver conforme “os princípios do relógio de Sol”, registrando somente as coisas boas, alegres e positivas na mente, e expulsando sem demora as recordações desagradáveis, pensamentos tristes ou imaginações sombrias, quão alegre e feliz se tornará este mundo!
Por que será que muitas pessoas ficam se lembrando e falando de infelicidade, aborrecimentos, ódio, ciúme, humilhações, etc., com que se deparam? É por desconhecimento da “lei mental” e do “poder criador da Palavra”. Essas pessoas precisam aprender que “manifesta-se tudo aquilo que se pensa e fala”; precisam saber que a infelicidade continua existindo somente quando se fica com a mente presa a ela, e fala-se nela com freqüência.
A nossa “memória mental” é como um veículo coletivo, no qual viajam os mais variados tipos de passageiros: desde cavalheiros bem apessoados e moças bonitas, até bêbados exalando um odor insuportável de álcool, e doentes com o corpo cheio de chagas. Mas não precisamos viajar prestando atenção na presença desagradável de bêbados ou de pessoas cheias de feridas.
É muito mais agradável ficarmos observando a expressão feliz de uma moça bonita ou o aspecto elegante de um cavalheiro, não é? Estou dizendo isto para mostrar-lhe como é possível escolher livremente os “registros” do nosso “arquivo mental”. Não vá me interpretar erroneamente e pensar que não devemos nos compadecer dos doentes, bêbados, etc., que precisam de ajuda. Num outro capítulo do presente livro, eu explico quão nobre é tratar com bondade as pessoas necessitadas.
Caro leitor, seja como um “relógio de Sol”, que marca apenas as horas brilhantes. De que adianta ficar guardando a tristeza no coração, indefinidamente? De que adianta ficar lembrando as perdas sofridas? O mundo em nada se beneficiará com o fato de ficarmos desalentados, remoendo os nossos fracassos. Tristezas, perdas, fracassos – tudo isso são “bagaços” dos acontecimentos desta vida. Não fique indefinidamente co a mente segurando tais “bagaços”; jogue-os fora! Você deve expulsá-los como se expulsa um ladrão. Precisamos conscientizar que a mente é preciosa demais para ficar obstruída por “bagaços” como tristezas, desânimo e todos os demais pensamentos negativos.
Quando você ficar com a mente presa a pensamentos desagradáveis, ou se sentir dominado pelo ódio, ira, ciúme ou desejo de vingança, pense que “sua mente está sendo assaltada por ladrões que pretendem roubar o tesouro chamado felicidade”.
Se um ladrão entrar na sua casa para roubar, mesmo que seja apenas um par de sapatos, você o expulsaria, não é? Então, por que deixa permanecer tanto tempo dentro de sua mente os ladrões que entraram para roubar o maior de todos os tesouros – a Felicidade? Vamos jogar fora os “bagaços” que ficaram acumulados e nossa mente. Vamos atirar bem longe a tristeza, como se atira a pedrinha que entrou no sapato. Vamos abandonar o ódio, vamos nos livrar da melancolia e do tédio, e viver alegremente apenas os momentos resplandecentes do Sol. Este é o “modo de viver da Seicho-no-Ie”.
Masaharu Taniguchi

Aulas de Prática de Ensino - IV Semestre de Geografia

AULA: PRÁTICA DE ENSINO IV
DATA: 07.10.10 QUINTA-FEIRA

Iniciou-se a aula com comentários relacionados às “férias”, intervalo do término do terceiro semestre para o início do quarto.
Em seguida foi lida a mensagem: “Relógio do Sol”. Muitos questionamentos foram feitos, cada colega colocou seu ponto de vista com relação a mensagem. Para complemento dos questionamentos e das lições que foram tiradas da mensagem, a professora desenvolveu uma dinâmica, que tinha como proposta desenhar nossa caricatura, com o intuito de nos conhecermos melhor e na oportunidade foram feitos combinados como: assiduidade, etc. a professora distribuiu uma folha em branco para cada aluno. A dinâmica realizou da seguinte forma:
1º passo: Foi feito um desenho nosso com: cabeça, tronco, membros e coração.
2º passo: Feito o desenho, puxou-se balões e colocou tudo que julgamos necessário para ter sucesso e conhecimento.
Logo após, houve a apresentação dos desenhos com seus respectivos questionamentos.
A professora colocou as propostas para o semestre como: cronograma de aulas, orientação para a construção do portfólio e do blog da turma. Foi feita a leitura e socialização do texto: Educação e ensino da Geografia: Instrumentos de dominação e/ou Libertação do autor José Willian Vesentini, foi passado em fichamento como atividade avaliativa.
As aulas foram muito produtivas, dinâmicas, participativas, com todos os colegas interagindo uns com os outros em clima de total harmonia. Muitos conhecimentos foram adquiridos nas aulas, o resultado foi muito satisfatório, visto que, ficou perceptível que para ser feliz, não é necessário grandes coisas, a felicidade se faz presente nas pequeninas coisas, por mais simplórias que sejam.







AULA: PRÁTICA DE ENSINO IV
DATA: 08.10.10 SEXTA-FEIRA

Não assisti aula, devido participação no evento: 2º Debate do curso de Biologia.
No evento foram conferidas várias palestras como:
·         O que sei que não sei? O que não que sei? O que não ser que não sei? – Edson Hirokazu Watanabe da UFRJ.
·         O que é real? O que é ficção? Warley Kelber Gusmão de Andrade – UNEB Campus Guanambi, entre outras.
Também houve apresentação de trabalhos e mesas redondas.
O evento foi muito produtivo, o que nos instigou a buscar mais conhecimento, entendendo que o saber é uma fonte que não se esgota nunca, sempre tem o que se acrescentar.






Aula 03

Dia: 14/10/2010 (quinta-feira) – 02 aulas – 26 alunos


§  Professora pede o fichamento – atividade proposta da aula anterior;
§  Leitura e Discussão do texto: Ensino de Geografia: um retardo desnecessário de Jaime Tadeu Oliva;
§  Refletimos:
*      “Processo de renovação da Geografia marcada por grandes dificuldades: desigualdade e distância no âmbito acadêmico e no ensino médio”;
*      “A lenta aceitação da renovação da Geografia”;
*      “As transformações sociais do nosso tempo exigem a renovação”;
*      “A participação de diversos estudiosos como Milton Santos, Henri Lefebvre influenciaram a renovação da Geografia”;
*      “Os anseios para a Geografia renovada e seu ensino: Geografia renovada que contribua para a construção de uma educação entendida como valor social, agregador e civilizador”;
*      “O reconhecimento do valor educacional da Geografia através da reflexão a respeito do espaço geográfico apostando no seu potencial explicativo da realidade”.
§  Ao término da discussão a professora pede aos alunos que não trouxe o fichamento para que tragam na próxima aula, pois necessita corrigi-los e entregar para que seja anexado no portifólio.


AULA: PRÁTICA DE ENSINO IV
DATA: 15.10.10 SEXTA-FEIRA

A aula começou com a mensagem “A Montanha”, foi apresentada no slide e lida pela professora. A mensagem foi bastante reflexiva, o que levou a professora a fazer colocações relacionadas à mesma.
Passou outra mensagem titulada “Hora de Crise” e leu para turma, depois foram feitas outras colocações relacionadas à mensagem.
Em seguida, iniciou-se a dinâmica “A bola e o dono da Bola”, feita para escolher os grupos para a discussão dos textos. A professora chamou 3 pessoas para ir a frente, foram: Arlete, Roberval e Adriana.
Logo após, passou-se uma caixa em fichas enumeradas e frases que representam três músicas.
A pessoa pega o papel com a frase e, quem estiver com a frase que completa a música ficam todos no mesmo grupo. Essa recomendação serve para todos que estiverem com as letras das músicas.
Adriana ficou com a música de Fagner: “Quem dera ser um peixe”. A equipe foi formada por: Adriana, Márcia, Tarcísio, Ana Maria, Edvam e Carliane, equipe formada, canta toda a música que se encontra na ordem das fichas, esse passo serve para todas as outras equipes.
Roberval ficou com a música de Raul Seixas: “Eu sou a mosca que posou na sua sopa”. A equipe foi formada por Roberval, Adenísia, Mônica, Tatiane, Andressa, Cleonice e Lúcia.
Arlete ficou com a música “Deixa a vida me levar”. A equipe foi formada pro Arlete, Jaércio, Marly, Carla, Pablo, Liliam, Katielly, Bruno e Edivânia.
Os grupos foram formados para discussão dos seguintes textos: “A educação e o ensino de geografia”; “O papel e o valor do ensino de Geografia”; “O ensino da Geografia na sala de aula”; “O ensino de Geografia em tempos de globalização”.
A dinâmica foi muito interessante, todos os alunos interagiram, socializaram, no espaço onde o objetivo maior é o de “aprender a aprender”.
Dois grupos ficaram com o dever de passar o conteúdo dos textos e o outro grupo com ouvinte no papel de rediscutir criticamente o que foi passado pelos dois grupos.
Foi um trabalho que acrescentou e somou conhecimentos, pois trabalhar em grupo abre um leque de múltiplas dúvidas e respostas para as mesmas. As discussões foram bastante produtivas e, acreditou que todos que ali estavam foram acrescidos de mais conhecimento.



























AULA: PRÁTICA DE ENSINO IV
DATA: 16.10.10 SÁBADO

A aula foi no laboratório de Cartografia, devido ser no sábado no turno matutino e as salas ocupadas por outros cursos do mesmo turno.
Cheguei um pouco atrasada, mas a aula começou com o texto: “Quem sou eu?” foi feita a leitura, e o objetivo do mesmo lançado pela professora por meio da seguinte pergunta: “Se você tivesse que fazer uma viagem para dentro de si mesmo, o que você levaria?
Está preparado para esta viagem?
O que levar? Quais tipos de equipamentos levaria?
Lembrando que, essas perguntas são para atividade avaliativa.
Após o término da atividade foi passado o cronograma de avaliações da 1ª unidade.


Fichamentos – 2,0
Debate – 3,0
Prova – 5,0

A prova ficará marcada para os dias 28 e 29 ou 11 e 12 de novembro.
Depois das produções a turma foi convocada para a criação do blog, onde serão postadas todas as atividades realizadas nas aulas de Prática de Ensino IV durante toda semana.
As aulas foram bem descontraídas, onde conhecimento, motivação, alegria, bom humos, etc. se tornaram grandes aliados no alicerce do saber. Julgo necessário essa interação de forma “harmônica” com os colegas, pois sentimos importantes, sentimos gente,
As aulas e Prática sempre proporcionam otimismo uma vez que é iniciada com mensagens de motivação por mais que estejamos “tristes”, desolados, elas levantam nossa auto-estima.




AULA: PRÁTICA DE ENSINO IV
DATA: 21.10.10 QUINTA-FEIRA

A professora distribuiu uma mensagem titulada: “Um Grão de Areia”, em seguida leu para a turma. O colega Jaércio no ensejo socializou também com a turma outra mensagem: “A desgraça do tóxico”. “Carta de adeus de um jovem de 19 anos”, com o intuito de refletir a importância de se ter um amigo verdadeiro e sincero.
A seguir começaram as apresentações equipe 1 e 2 ficou com a responsabilidade de expor os conteúdos dos texto selecionados: A educação e o ensino de Geografia; O papel e o valor do ensino da Geografia; O ensino da Geografia na sala de aula e O ensino de Geografia em tempos de globalização. O terceiro grupo, com a tarefa de questionar, (re)discutir os textos apresentados pelo primeiro e o segundo grupo.
Depois de exposto e discutido os textos, foi reservado um tempo para os questionamentos do terceiro grupo. Foram inscritas 5 perguntas para o mesmo, todas relacionadas com os problemas que o ensino vem enfrentando, em particular a geografia, que desde o início da década de 90, vem sofrendo com os “males” e as facilidades da tão temida e discutida globalização. As perguntas foram colocadas por Tarcísio, Márcia... visto que foram questionamentos pertinentes para o conteúdo trabalhado.
A professora colocou ainda na oportunidade que, todas as perguntas deveriam ser postadas nos blogs para que todos possam ter acesso respondendo e assim vice-versa.
Referindo as colocações dos colegas, Pablo ressalta as dificuldades que o ensino de geografia enfrenta, a exemplo da interligação do conteúdo com as vivencias dos alunos, no momento em que os mesmos não conseguem responder com facilidade questões objetivas, expor seus conhecimentos de forma clara e coerente mediante o conteúdo trabalhado. Enfatizou ainda que os alunos não estava preparados para absorver a mensagem que os textos aplicados passam.
Neste sentido, a maioria dos professores confundem memorização com ensino, uma vez que é imenso o despreparo que os profissionais da educação sofrem, principalmente os da ciência geográfica. No entanto, colocou-se questões referentes aos professore inovados, que procuram adequar a geografia ao contexto onde estão inseridos sua clientela. O grupo encerrou suas colocações dentro do tempo estipulado, entre os dez e quinze minutos.
Vários questionamentos foram atribuídos aos grupos, todos discutidos, socializados de maneira muito agradável, o que proporcionou aos grupos melhorias, o que é normal numa turma de quarto semestre, em busca de formação do conhecimento.
O debate foi muito produtivo, todos os alunos participaram do mesmo, sobretudo aos questionamentos referentes a problemática da globalização.


























AULA: PRÁTICA DE ENSINO IV
DATA: 22.10.10

Não houve aula.

AULA: PRÁTICA DE ENSINO IV
DATA: 11.11.10 QUINTA-FEIRA

A aula foi iniciada com a mensagem de otimismo “Pense Grande” de Andrew Matheus, a professora Ana Paula leu e comentou. Um dos comentários me chamou a atenção quando foi colocado que “O essencial é não revidar, simplesmente sorrir”, pena que não passa de mais uma frase bonita que nos enche de esperança em acreditar que o mundo, enfim as pessoas possam viver harmonicamente um dia, mas bem vindo ao mundo real e esperança é a última que morre.
Depois dos comentários da mensagem, a professora fez um comentário relacionado ao blog, que um email foi enviado para a turma colocando que os blogs não estavam sendo acessados e nem postados. Foram várias explicações: uns não tinham acesso ao computador (o meu caso), outros não tinham tempo, nem dinheiro enfim foram uma gama de explicações que não se chegou a um denominador comum.
Num segundo momento da aula, a professora marcou a prova para os 19/11 sexta feira e 20/11 sábado com possibilidade de mudança, ficou definido que quem não puder vir no sábado faria a avaliação na quinta a tarde ou sexta pela manhã.
Apresentação do slide: A interdisciplinaridade: Uma ação pedagógica. Foi um momento de interação e interesse por parte dos alunos, pois na ocasião a discussão primordial dói a questão da interdisciplinaridade referente a uma nova concepção de ensino.
Num terceiro momento discutiu-se os textos: Disciplinaridade, transversalidade e interdisciplinaridade de Pontuschka. Segundo o autor, “a disciplinaridade é progressiva exploração cientifica especializada em certa área ou domínio homogêneo de estudo que estabelece e define fronteiras constituintes, cabendo a estas determinar seus objetivos conceitos e teorias.” (p. 113)
A aula foi muito produtiva, apesar das conversas paralelas, os textos foram muito enriquecedores no sentido de entender esses pontos que são tão discutidos na teoria, pois na prática tudo permanece estático. A turma interagiu no momento da discussão dos textos, uns meio dispersos, sem participação, mas a aula foi de grande rendimento tanto de conhecimento como de socialização, onde as relações humanas se encontram em harmonia entre diferentes pontos de vista.






























AULA: PRÁTICA DE ENSINO IV
DATA: 12.11.10 SEXTA-FEIRA

Inicia-se a aula com comentários relacionados à prova. A professora colocou no quadro os textos selecionados para a prova nos dias 18 e19 de novembro.
Os textos foram:
1.    Vesentini – Ensino de Geografia como forma de libertação e/ou dominação;
2.    Oliva: Geografia na sala da aula;
3.    Geografia em tempos de globalização;
4.    Pontuschka: Disciplinaridade, Transversalidade e Interdisciplinaridade.
Os questionamentos relacionados avaliação devido a quantidade de textos. Logo após, a discussão dos textos da aula passada foi retomada.
De início foi colocado que a interdisciplinaridade é um paradigma que veio para sanar todos os problemas referentes ao ensino, a sala de aula, metodologias, enfim o “remédio” para todo o sistema de ensino.
Se realmente funcionasse seria a solução para todos os problemas. Mas como já se sabe, não funciona.
Pablo colocou que a educação não pode haver generalização, nem tudo pode ser tão ruim, uma vez que, as práticas educacionais ditas como normais não podem ser aceitas. Exemplo: a utilização dos mapas como recurso de memorização e, não de aprendizagem cartografia, que deixa muito a desejar nas escolas brasileiras.
As diversas maneiras de se trabalhar com projetos foi muito discutida como: semana do meio ambiente, folclore, etc. Katielly colocou ainda que a questão dos projetos de conscientização é só teoria. Fala-se muito em conscientizar a população, enfatizando que muitas coisas só melhorariam quando todos fossem conscientes que não pode jogar em qualquer lugar, quando as queimadas e desmatamentos fossem exterminados.
Outro ponto interessante, que foi muito discutido pela turma e pela professora Ana Paula, foram as mudanças no currículo da UNEB. Colocou-se que foi uma mudança interdisciplinar e transversal, onde a disciplina Prática de Ensino seria trabalhada no contexto de outras disciplinas oferecidas pelo curso. Abordou-se ainda que o campus de Caetité especificamente não funciona devido questões políticas e de relações pessoais e, mais, só existe mudança curricular, mas deve existir também mudanças metodológicas, no sentido de discutir e (re)discutir os espaços escolares.
A aula foi muito interessante porque, nesses momentos de socialização de textos, é a oportunidade propícia para colocarmos nossas idéias, questionar e discutir as mazelas do sistema educacional vigente. Todos os colegas demonstraram atenção e curiosidade a esse a cada novo texto discutido, houve interação da turma, tirando alguns que permanecem calados e meio dispersos, no mais a aula foi de grande proveito frente aos inúmeros esforços da professora.


Aula 09


Dia: 13/11/2010 (sábado)                       13 alunos

§  Ao sábado de aula tem-se pouca freqüência devido muitos trabalharem e por doutrina religiosa;
§  Ao chegar à sala do laboratório de cartografia, todos com muito sono, a professora pede para que os alunos se dividam em dupla;
§   Em seguida entrega uma frase a cada uma sobre educação; ressalta que ao fazer a leitura redigir um comentário com nossos conhecimentos sobre educação;
§  Cada dupla expõe o que diz a frase:
*      Ana Maria e Adenísia – Jean Piaget
*      Carla e Lúcia – Friedrich Frobel
*      Bruno e Carliane – Theodore Palmquistes
*      Arlete e Edivânia – Bertrand Russel
*      Katielly e Adriana – Paulo Freire
*      Carlos e Edivan – Paulo Freire
*      Roberval – Eric Berne
ü  Destaco a frase que mais me fez refletir durante as socializações: “A escola de prover saber e humanização”.











Aula 10


Dia: 18/11/2010 (quinta-feira)


§  Dia de muita tensão;
§  A professora chega uma pouco atrasada na sala devido aos problemas de impressão da prova;
§  Em dupla, os alunos de juntam para responder duas questões da avaliação, uma, embasada no texto de Vesentini Ensino de Geografia como de libertação e/ou dominação e outra em Tadeu Oliva Ensino de Geografia: um retardo desnecessário.
§  Não sei se conseguimos atingir a proposta da avaliação.



Aula 11


Dia: 19/11/2010 (sexta-feira)

§  A tensão e o nervosismo continuaram. Além dessa avaliação ainda iria fazer no mesmo dia mais uma prova sobre Moral e Bioética no curso de Teologia;
§  Em dupla, hoje, respondemos mais duas questões da avaliação uma baseada no texto Geografia em tempos de Globalização de Napoleão, outra em Disciplinaridade, transversalidade e interdisplinaridade de Pontuschka.
§  Pudemos fazer a avaliação em consulta, porém as questões estavam super difíceis.
§  Não sei se conseguimos atingir a proposta da avaliação, estávamos pouco inseguras.



















AULA: PRÁTICA DE ENSINO IV
DATA: 25, 26, 27.11.10

Não houve aula.



AULA: PRÁTICA DE ENSINO IV
DATA: 02.12.10 QUINTA-FEIRA

Primeiro momento da aula, entrega da mensagem “Quem ama cuida. Dá um jeito, arranja tempo, se envolve”. Depois da leitura a professora iniciou os questionamentos colocando que vale a pena repassar a mensagem devido ao auxilio, o aconchego que o texto nos transmite. Concordo, pois quem ama não faz sofrer, está sempre presente e não pede nada em troca, o texto da mensagem é profundo e reflexivo, pois saber valorizar o que temos perto de nós não tem preço, precisamos sim e muito prestar atenção no outro sempre, pois pode haver alguém precisando de uma amizade sincera, de palavras de incentivo,
2º momento: leitura do texto: Educação: Avanços e retrocessos do Governo Lula, de Gabriela Moncau e Otávio Nargoya, da Revista Caros Amigos. Nele, os autores colocaram que “A expansão das Universidades Federais não impediu o crescimento do ensino superior privado e nem a mercantilização da formação”. Aborda-se muito a questão das EADs, ferramenta utilizada para diploma de Ensino Superior, PDE, PROUNI, ENEM, entre outras que precisam ser revista. Além do mais, o texto é acrescido por entrevistas com Moacir Gadotti, considerando um dos maiores escritores da área pedagógica, Roberto Leher (UFRJ), Augusto Chagas (UNE), Camila Lisboa, Clara Saraiva e Lisete Arelaro, todos membros de comissões ligada a educação.
É um texto rico em informações educacional, visando uma leitura e pensamento crítico do leitor. O texto foi lido primeiramente pelos alunos, depois discutido de forma participativa, abordando sempre as questões EADs, ENEM entre outros. A aula obteve grande rendimento, pois todos conseguiram prestar atenção, interagir e participar das discussões.



AULA: PRÁTICA DE ENSINO IV
DATA: 03.12.10 SEXTA-FEIRA

Iniciou-se as aulas com a proposta da atividade do texto trabalhado no dia 02.12. foram distribuídas várias propostas, ficamos encarregados de produzir uma poesia relacionada ao texto, o trabalho foi realizado em dupla: Tatiane e Márcia.
Num segundo momento a professora entregou as provas e os trabalhos realizados na primeira unidade. Não fiquei satisfeita com as notas, pois a turma toda ficou com notas muito baixas, inclusive eu com 7,2, acredito que minha capacidade está além de notas, mas o que fazer é uma exigência do “SISTEMA”.
Para acalmar os ânimos, a professora entregou várias mensagens, a minha foi linda, fala sobre o incomodo que as coisas novas nos trazem e quando a vida nos pega desprevenidas nos leva a caminhos que muitas vezes não queremos trilhar... mas, somos obrigados a trilhá-los.
Logo após, o “baque” das notas e incentivo das mensagens começaram as apresentações dos grupos.
1º grupo: apresentou a Paródia com a música de Zezé de Camargo e Luciano. A paródia tem como título: É a educação, grupo composto por Tarcísio, Marly, Carla e Andressa.
A paródia foi muito criativa, bem elaborada, pena que não houve tempo para o ensaio. Os menos estão de parabéns... adorei!
2º grupo: Márcia e Tatiane com a poesia Educação no Brasil. A poesia deveria ter sido mais elaborada. No entanto, correspondeu ao que foi proposto e relacionado fielmente com o texto.
3º grupo: Bruno, Katielly, Pablo e Carliane. Apresentaram uma bula de remédio, na qual o nome do remédio foi Lulacação. Corresponderam com o tema proposto com muita criatividade e criticidade.
4º grupo: Mônica e Adriana com uma Carta Aberta aos alunos do IV semestre. Foram muito criativas na elaboração da carta, com conteúdo correspondendo com o texto antes trabalhado.
5º grupo: Adenísia, Lilian Ana Maria e Izemar. Apresentaram um Cordel abordando os avanços e retrocessos da educação no governo Lula, como também seus programas educacionais que camuflam os reais problemas que a educação sobre no Brasil.
6º grupo: Jaércio, Edivan e Leonardo, apresentaram uma indicação de leitura muito bem elaborada, foram criativos colocando o conteúdo do texto num patamar que casou criatividade e dialogicidade.
7ª grupo: Arlete, Edivânia e Lúcia, abordaram o conteúdo num Acróstico que uniram as palavras chave do texto: Analfabetismo, Educação e Universidade.
Todas as apresentações foram realizadas à frente proporcionando a todos os colegas uma melhor visualização e atenção para com os conteúdos apresentados.
A turma conseguiu abordar de várias maneiras e possibilidades o objetivo do texto. Muitos retrocessos e avanços foram alcançados desde que a educação é educação. A educação precisa ainda ser vista e revista, uma vez que a mesma tem relevante importância em todos os níveis da sociedade.















AULA: PRÁTICA DE ENSINO IV
DATA: 16.12.10 QUINTA-FEIRA

A aula foi iniciada com a mensagem: O profissional do futuro num mundo globalizado – Sônia Jordão.
A mensagem que Jordão nos passa é de otimização e garra... Pare de reclamar e vamos a luta, não olhe para os obstáculos no caminho, enfrente-os com determinação.
Há muitas coisas imprescindíveis para enfrentar o mercado de trabalho: bom humor e compreensão, nesse âmbito referem-se principalmente o profissional da educação.
Em seguida, leitura e socialização do texto: “O paradigma educacional emergente.”
De início o texto referenda-se sobre a fragmentação do saber, da ruptura do paradigma tradicional. O que faz o profissional do futuro? Faz diferente tudo aquilo que os outros fazem igual.
Vale ressaltar a fala da professora Ana Paula, onde ela coloca que Edgar Morram fala sobre a natureza sistêmica do ser humano no livro: Os sete saberes para a educação do futuro.
Todos nós somos seres inacabados que temos uma totalidade que também foi fragmentada. Além do mais vivemos numa sociedade flexível e temos que nos adaptar de qualquer forma. Vivemos num mundo de contradições entre ricos e pobres, preconceitos, racismo e, é preciso nos adaptar.
A aula encerrou com muito calor, pois houve socialização, participação e, acredito veemente que todos saíram com um saber a mais, pois este é uma fonte que não se esgota, mas sempre tendo o que acrescentar.


Aula 15


Dia 17/012/2010 (sexta-feira)
§  A professora fala da dificuldade de encontrá-lo, pois ela baixou da internet;
§  Exibição do filme “Nenhum a menos” realizado pelo diretor Zhang Yimou, na China em 1999, com a duração de 100 minutos;
*      O filme supracitado aborda a história de uma jovem professora de nome Wei Minzhi com apenas 13 anos, que é contratada por um mês pelo prefeito da pequena localidade - a remota aldeia de Shuiquan, para substituir o professor Gao, que devido à doença de sua mãe é obrigado a se retirar por algum tempo.
*      Assim, aos poucos o filme revela as condições da educação na zona rural chinesa na aldeia de Shuiquan. O diretor mostra uma escola primária em estado precário, na qual os recursos são tão reduzidos que, o professor, é obrigado a reservar um giz para cada dia letivo verdade.
*      Aborda também que ao iniciar a árdua missão, Wei Minzhi além inexperiente e sendo fiscalizada a todo tempo pelo prefeito enfrenta um grande desafio tendo que manter os 28 alunos na sala se aula fazendo com que não tenha nenhum aluno a menos até a volta do abnegado professor titular. Uma vez que, neste lugar a uma grande evasão escolar devido à pobreza daquele vilarejo.
§  Para finalizar desejando a todos os alunos feliz natal e próspero ano novo entrega a cada um  lápis e lê a mensagem: “A história do lápis” para que sejamos como ele.





AULA: PRÁTICA DE ENSINO IV
DATA: 03.02.11 QUINTA-FEIRA

A aula iniciou com a distribuição da mensagem: Uma faxina no quarto... Uma faxina na vida, a mesma foi lida pela professora, em seguida abriu-se espaço para os comentários dos colegas.
O texto é uma verdadeira escrita da vida real, pois quantas vezes carregamos toneladas de lixos nas costas e, não temos coragem de nos livrar deles. A grande faxina está em mandar para longe tudo de negativo e não deixar que eles atormentem nossa vida, por o verdadeiro sentido está em viver intensamente a vida a cada momento, segundo e, até mesmo milésimo de segundo.
Levo comigo uma frase, que não lembro o autor, mas tocou profundamente minha vida anos atrás, e sempre se faz presente nos momentos de “deprê”, é mais ou menos assim “A vida só vale a pena, quando a alma não é pequena [...]”, então nossa é tão grande que nunca, jamais, devemos preenchê-la com os lixões da vida. Adorei a mensagem...
Logo após as reflexões, foi iniciada a dinâmica: Não é... e funciona da seguinte forma:
1ª parte: Numa caixa foram colocadas frases com temas livres, passada de mão em mão no círculo ao som de uma música, quando a música parar, a caixa também irá parar, quem ficar com a caixa pegará um papel e direcionará a quem você achar que mais se identifica com a frase e junto a pergunta Não é (fulano), e assim por diante.
2ª parte: Frases relacionadas a disciplina Prática de Ensino IV. A primeira e segunda parte fizeram da mesma rodada.
1ª rodada: Izemar pegou a frase “A prática de ensino em geografia deve propor a “reinvenção” do fazer geográfico”, direcionou para Mônica que comentou “a Prática veio justamente reinventar, buscar e propor novas metodologias”.
Pablo e Roberval comentaram nessa mesma perspectiva... o problema de se trabalhar a disciplina geografia...
A professora comentou nesse sentido, um conto de Pinóquio, que foi abordado por Rubem Alves, quando ele diz que vamos para a escola como bonecos de pau, para nos humanizarmos.
2ª rodada: Adriana pegou uma frase de Paulo Freire “Educar para libertar”, Jaércio, Márcia e Tarcísio comentaram no geral que a educação hoje tem o poder de libertar. Nesse sentido, Tarcísio colocou ainda que há muitas barreiras para se libertar por meio da educação, uma vez que há problemas financeiros que impedem ou possa impedir a verdadeira libertação.
Jaércio complementou que a educação abre os olhos para o mundo, mas nunca vamos nos libertar totalmente.
Mediante as discussões, problemas sobre a escolha do livro didático foram e, o que é imposto é sempre o mais barato.
3ª rodada: Peguei a mensagem “A verdadeira libertação que a educação precisa só virá se for realizada pelos oprimidos”, direcionei a pergunta para Ana Márcia. Pablo e Adriana, ambos colocaram que nosso pensamento é imposto.
Uma curiosidade colocada pela professora que me chamou a atenção: os piores livros didáticos são os de Vesentini. Muitos autores de livros didáticos os fazem para ganhar dinheiro, uma vez revisados pelo MEC muitos são reprovados por pensar criticamente os problemas públicos brasileiros, visto que a realidade é estampada em suas páginas... é chocante entender a realidade brasileira.
4ª rodada: Tarcísio pegou a frase “A esperança é a última que morre”, direcionada a Katielly que colocou que a esperança é um meio de acreditar que um dia tudo possa ser diferente. Márcia também comentou que não é preciso só esperança, é preciso lutar, correr atrás.
Questões relacionadas ao fluxo foram levantadas como: os problemas de aprendizagem. Nessa questão entendo que os problemas não estão nos alunos, mas sim na maneira que esses conteúdos são passados. Será que os professores utilizam da metodologia específica?
Não são os alunos que precisam se adaptar nesse processo de aprendizagem e sim, os professores procurar novas metodologias para adequar a realidade dos alunos. Nesse sentido a professora Ana Paula colocou ainda que, não são os alunos que precisam se adaptar a escola, é a escola que precisa de adaptar ao aluno.
A contradição entre escola particular e escola pública. Nesse contexto, a escola particular tem sempre rótulo de ter a rédea curta oferecendo sempre um ensino de qualidade, ao contrário da escola pública, rédea solta com o ensino que sempre deixa a desejar.
5ª rodada: Marly pegou a frase: “O aprendizado será gerado a partir de trocas de idéias”.
Direcionou a pergunta para Tarcísio que não respondeu, Adriana colocou que a frase foi elaborada por ela.
6ª rodada: Roberval pegou a frase “repensar o ensino de forma geral”, direcionou para Bruno, que colocou que só seria possível numa visão mais construtivista.
7ª rodada: Edivam pegou a frase “A disciplina deveria usar das aulas, para trabalhar com discussões e outras foram mais para preparar futuros professores, não deveria haver avaliações”, direcionada para Carliane que colocou que, o preparo das aulas podem estar em conjunto com avaliação, pois é uma forma de se avaliar concretamente o aprendizado.
Nesse sentido, a avaliação é tradicional, mas necessária. A professora colocou que todos os argumentos dos estudantes devem está fundamentados com outros autores, cuidado com os “achismos”, segundo ela que citou outro professor ”achismos não é a ciência”. Adorei!
8ª rodada: Carliane “Procuramos fazer o diferente, o inovador na sala de aula”, direcionada a Roberval.
Momento de interferência na aula, devido a presença de Fabiana do Colegiado de Geografia para resolver algumas pendências dos alunos relacionadas ao curso.
Continuando, Roberval colocou que, inovar é difícil, inovar não é usar recursos tecnológicos, inovar é fazer com que o aluno aprenda diferente, o professor deve pensar sua prática para renovar sempre. Pablo colocou ainda que, os alunos resistem as mudanças, as mentalidades dos alunos precisam ser renovadas, a começar da família.
9ª rodada: Carlos pegou a frase ”Os estudos são algo que constroem nossos conhecimentos”, direcionou para Tarcísio, que colocou que são os estudos que garantem nosso futuro.
10ª rodada: Arlete, “A disciplina Prática de Ensino é bastante eficiente para implementar na formação dos futuros profissionais na área da educação”, direcionada para Mônica que não respondeu.
Márcia comentou que a disciplina Prática de Ensino é de fundamental importância para nosso conhecimento profissional, os exercícios, as dinâmicas irão nos ajudar futuramente.
11ª rodada: Katielly, “A educação é a base para a construção de uma sociedade mais humana” – direcionada para Bruno; que não comentou. Roberval colocou que a humanização do homem se dá na socialização, não só no meio acadêmico.
12ª rodada: Jaércio “Apesar das dificuldades, a persistência do professor pode fazer a diferença na aprendizagem do aluno”. Direcionada a Pablo que colocou: Vai depender do interesse do aluno, não é só o professor querendo fazer a diferença e sim, o conjunto professor e aluno.
Para mim, das aulas de Prática desse e dos outros semestres, essas foram as mais interessantes, participativa, criativa e ouros adjetivos mais, pois houve a integração do conjunto, professor e aluno numa rodada de perguntas socializando, fazendo a diferença. Nesse sentido, saiu do contexto tradicional e entrou na linda e encantadora pedagogia de Paulo Freire: a dialogicidade como ferramenta de libertação, acredito veemente que a libertação só é conseguida se trabalhada dessa maneira.
Uma questão intrigante que me chamou atenção foi a que segundo Rubem Alves “os diretores, reitores das universidades fossem prestar o vestibular nenhum passaria”. Os professores são rotulados para os alunos, são exemplos a serem seguidos por resto da vida. Todos os discursos, até mesmo dentro das universidades muitas vezes são mal interpretados.
Na segunda parte da aula, a professora distribuiu o texto: “A geografia deve ser nutrida com novas abordagens, cada aluno voluntário leu parágrafos seguido de comentários pertinentes ao tema.
É um belo texto, sua leitura deve ser indicada a todo estudante de geografia, pois nas suas entrelinhas fica evidente num paradigma para outro a dialética, uma crítica frente as abordagens geográficas.









AULA: PRÁTICA DE ENSINO IV
DATA: 10.02.11

Inicia-se a aula com a entrega e leitura da crônica “Espelho do Medo”. Uma bela crônica que fala dos medos, que muitas vezes se torna uma barreira para as realizações do ser humano. Nesse sentido Márcia colocou que na vida deve existir o medo para dá atrapalhar alguma conquista.
Jaércio também colocou que o medo é algo nato do ser humano, mas deve ser superado, para pudermos enfrentar os problemas do cotidiano.
Na vida sempre deve haver uma dosagem, pois o medo ajuda e atrapalha. Ajuda no sentido de agirmos por impulso e, atrapalha quando devemos tomar decisões significativas na nossa vida.
Logo após, foram definidos os grupos para se trabalhar “Geografia em canção”. O grupo foi formado por Arlete, Edivânia, Tatiane e Márcia.
Tema: Indústria e Meio Ambiente, pautado nas disciplinas: Geografia da Produção e Circulação e Educação Ambiental.
O trabalho se realizará da seguinte forma:
  • Escolher uma música com a letra relacionada ao tema;
  • Escolher imagens também relacionada ao tema;
  • Montar um vídeo ou um slide jogando as imagens na letra da música, mais ou menos assim.
Um trabalho nem interessante, que sai da rotina das teorias e provas escritas e, passando a trabalhar de uma forma mais construtiva, não deixando de aprender o conteúdo. Adorei a proposta, só a professora Ana Paula para sair da “rotina”, parabéns!


Aula 19


11/02/2011 (sexta-feira)
§  A professora fala que está para orientar as equipes com o trabalho “Geografia em Canção”;
§  A nossa equipe foi formada por quatro pessoas:Arlete, Edivânia, Márcia e Tatiane pedem orientação das músicas referentes ao nosso tema “Indústria e Meio Ambiente” referente às disciplinas: Geografia da Produção e Circulação e Educação Ambiental, onde a professora com muita bondade e satisfação nos propõe quatro:
  1. Capitão de Indústria de Paralamas do Sucesso;
  2. 3ª Revolução Da Poluição Industrial de Jonab Fernandes;
  3. Poluição do Ar (voz e violão) de Rafael Sales (Charrete);
  4. Absurdo de Vanessa da Mata.